Morei, trabalhei, acreditei e fiz muitas amizades nesse Estado. Tenho boas e más lembranças. Prefiro esquecer as más lembranças, pois as boas são tão maiores. Adoro este site, pois ele foi criado quando fiz parte da diretoria desta adepol. Sinto saudade de muita coisa. Hoje, advogando em São Paulo, sinto-me muito feliz e aos amigos mando muitos abraços e grande energia.Sei que fiz tudo que pude e trago consciência tranquila. Deixo meus telefones àqueles que queiram falar comigo: (11-2086 2100 e 8877 7938). Não se acanhem. Abraços,
Marcinha
Aos normais cumprimentos, gostaria de externar a minha admiração pelo MA e pela PCMA. Nesse sentido, gostaria de questioná-los se há previsão de novo concurso e qual a carência de Delegados no MA.
Um grande abraço.
Ao acessar este site pude rever os nomes de grandes amigos que engrandecem a Policia Civil do meu Estado, a exemplo de Drs. Aldir, Lourival, Rilton e outros
ao acessar uma vez mais a este belo site, quero externar a minha gratidão pelo carinho que sempre me foi dispensado pelos exemplares DPCs Nordman Ribeiro, Sebastiao Uchoa, Guilherme, Paulo Aguiar, Humberto, Vital e vários outros, quando em Imperatriz estive fazendo o sacerdócio da segurança pública, e para roraima me mudei para continuar praticando o meu maior prazer: ser Delegado.
Quero parabenizar a diretoria da ADEPOL, representada pelo atual presidente Dr.Affonso, por nos manter informados sobre a atualidade na justica do Maranhão e do Brasil. Me sinto lisonjeado em auxiliar com artigos na área de Psicologia.
Colegas, sou delegado de policia Civil do Estado do Pará, representado pela ADEPOL/PA e parabenizo pelo rico e bem estruturado site, com informações de nivel para a categoria.
Ass. Armando Palheta - DPC / Consultoria Juridica da PC/PA.
|
APOSENTADORIA ESPECIAL (L.C. 51/85) PARA OS POLICIAIS
|
||||
|
||||
RS:Polícia Civil tem vantagem
em embate com a Brigada
(24/10/08) Dois episódios deram força à Polícia Civil na eterna disputa por espaço com a Brigada Militar, no Rio Grande do Sul. Uma decisão da justiça, que desautorizou pedido de prisão preventiva feito por PMs, e uma medida administrativa da Secretaria da Segurança Pública (SSP), de criar um sistema de escutas de suspeitos sob o comando de delegados (leia ao lado), fizeram pender a balança para o lado dos policiais à paisana na guerra das corporações.
No início do mês, PMs identificaram o suspeito de roubar a mochila de um adolescente, mas não conseguiram prendê-lo – a vítima só foi identificada no dia seguinte, quando o flagrante já não poderia ser formalizado.
– Nós sabíamos que era o cara que estava assaltando no bairro Floresta, nas imediações da Avenida Farrapos. Ele não poderia permanecer solto – diz o major Marlo-Hur Toral Vieira, comandante da 4ª Companhia do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM).
Mas, em vez de deixar o caso aos cuidados da Polícia Civil, que deveria conduzir as investigações, conforme prevê a Constituição Federal, a BM decidiu pedir a prisão preventiva do suspeito – procedimento restrito a delegados e promotores de Justiça.
– A prisão preventiva foi pedida porque o suspeito representava riscos à sociedade. Pelo nosso entendimento, não há nada que proíba que a Brigada encaminhe à Justiça pedidos de prisão preventiva – detalha Marlo-Hur.
Postura da Brigada Militar desagradou à Polícia Civil
Nos bastidores, a decisão faz parte de um conceito, defendido por oficiais, de que a BM deve realizar o que especialistas definem como “ciclo único”: investigar, prender e conduzir inquéritos. A decisão da corporação esbarrou na Justiça. Após consultar o Ministério Público, a juíza Vanderlei Teresinha Tremeia Kubiak, da 11ª Vara Criminal do Foro de Porto Alegre, indeferiu o pedido.
– Sempre que for o caso, vamos continuar formalizando pedidos de prisão preventiva – avisa Marlo-Hur.
A postura da Brigada desagradou à corporação co-irmã.
– Enquanto não mudar a lei, a Polícia Civil é a polícia judiciária. Não há ciclo completo de polícia no país. Uma polícia pega o suspeito na vila, leva para o balcão da delegacia, e a outra polícia leva o caso para o fórum. É assim que funciona. Espero que isso não se repita – diz o chefe da Polícia Civil, delegado Pedro Carlos Rodrigues.
Embora promotores de Justiça tenham autonomia funcional, a cúpula do MP entende que PMs devem se restringir ao policiamento ostensivo.
– Não sou contra a existência de uma polícia única, mas o nosso sistema constitucional não prevê isso. Cabe à polícia judiciária (Civil) formalizar pedidos de prisão e à polícia militar a ação preventiva – opina o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Eduardo de Lima Veiga.
Fonte: Asdep
Delegados.org
Delegados comemoram promoção após dez anos (Fonte Adepol/Amazonas)
Isto aconteceu no Estado do amazonas. Espero (não sei se em vida) que tal fato venha ocorrer no Maranhão.
Mais de 80 delegados se reuniram hoje em um almoço de confraternização para comemorar entre outras conquistas, a promoção salarial e de cargo, uma espera que já durava uma década. Segundo o presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Amazonas (Adepol), Mário Jumbo Aufiero, as modificações serão publicadas na próxima segunda-feira, 01 de setembro, no Diário Oficial do Estado (DOE).
O secretário explicou que a partir das novas definições, não tem mais delegados de quinta classe e agora o governador pretende criar uma classe especial para delegados que atuem há pelo menos 20 anos na área. "A idéia é que ocorra uma aproximação salarial dos delegados as demais carreiras jurídicas".
“Segundo ainda o governador, a partir de agora vão ser obedecidos os critérios legais de antiguidade e merecimento para promoção, que deve acontecer todo dia 1º de abril, bem como reajuste a partir desta data”, frisou Aufiero. Ele disse ainda, que o benefício será estendido a todos os servidores da Polícia Civil.
“Almejávamos esta conquista há muito tempo. É sem dúvida uma notícia excelente”, disse a delegada Luzia Sena de Carvalho.
Delegado Roma