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1. Gosto de saber notícias

Morei, trabalhei, acreditei e fiz muitas amizades nesse Estado. Tenho boas e más lembranças. Prefiro esquecer as más lembranças, pois as boas são tão maiores. Adoro este site, pois ele foi criado quando fiz parte da diretoria desta adepol. Sinto saudade de muita coisa. Hoje, advogando em São Paulo, sinto-me muito feliz e aos amigos mando muitos abraços e grande energia.Sei que fiz tudo que pude e trago consciência tranquila. Deixo meus telefones àqueles que queiram falar comigo: (11-2086  2100 e 8877 7938). Não se acanhem. Abraços,

Marcinha

 

   

[08.06.2010 02:25 - Marcia Regina Feliciano]


2. Concurso

Aos normais cumprimentos, gostaria de externar a minha admiração pelo MA e pela PCMA. Nesse sentido, gostaria de questioná-los se há previsão de novo concurso e qual a carência de Delegados no MA.

Um grande abraço.

[12.04.2010 11:55 - José Carrazzoni]


3. Parabens a PC/MA

Ao acessar este site pude rever os nomes de grandes amigos que engrandecem a Policia Civil do meu Estado, a exemplo de Drs. Aldir, Lourival, Rilton e outros

[05.03.2010 12:51 - MANUEL TRAJANO RODRIGUES DUIALIBE]


4. gratidao

ao acessar uma vez mais a este belo site, quero externar a minha gratidão pelo carinho que sempre me foi dispensado pelos exemplares DPCs Nordman Ribeiro, Sebastiao Uchoa, Guilherme, Paulo  Aguiar, Humberto, Vital e vários outros, quando em Imperatriz estive fazendo o sacerdócio da segurança pública, e para roraima me mudei para continuar praticando o meu maior prazer: ser Delegado.

[24.02.2010 00:30 - rene de almeidare]


5. Visita indispensável.

Quero parabenizar a diretoria da ADEPOL, representada pelo atual presidente Dr.Affonso, por nos manter informados sobre a atualidade na justica do Maranhão e do Brasil. Me sinto lisonjeado em auxiliar com artigos na área de Psicologia.

[13.03.2009 08:59 - Tenorio Farias de Souza]


6. parabens pelo conteudo do site

Colegas, sou delegado de policia Civil do Estado do Pará, representado pela ADEPOL/PA e parabenizo pelo rico e bem estruturado site, com informações de nivel para a categoria.

Ass. Armando Palheta - DPC / Consultoria Juridica da PC/PA.

[22.02.2009 20:43 - armando palheta]


7. Aposentadoria Especial
APOSENTADORIA ESPECIAL (L.C. 51/85) PARA OS POLICIAIS
Fonte: ADPF e ADEPOL/RJ. 14/11/2008.
Em sessão realizada nesta quinta-feira (13), ministros consideraram procedente a ADI N° 3817-DF


Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram pela inconstitucionalidade do artigo 3º da Lei Nº 3.556/05, do Distrito Federal. Em sessão, realizada nesta quinta-feira (13), a ADEPOL/BRASIL, a ADEPOL/DF e ADPF, na qualidade de amici curiae, foram representadas,respectivamente, pelos advogados Wladimir Reale e o ex-ministro Francisco Rezek, que fezeram a sustentação oral da validade da Lei N° 51/1985, portanto, recepcionada pela atual Constituição da República. O tribunal julgou a ADI N° 3817-6, ajuizada pela ex-governadora do Distrito Federal (DF) Maria de Lourdes Abadia. A ministra relatora Cármen Lúcia, no seu voto, declarou que a Lei Complementar nº 51/85 tem caráter nacional e encontra-se em vigor.Por sua vez, tendo em conta que o Procurador Geral da República havia inicialmente suscitado no seu parecer, o exame da recepção da LC51 pela nova ordem constitucional, de forma incidental na ADI, o que não é possível,na sessão de ontem desistiu desse questionamento. A Suprema Corte,destarte, decidirá definitivamente a matéria no Recurso Extraordinário nº 567.110-AC. O Tribunal já decidiu que essa matéria tem "Repercussão Geral",portanto, aplicável a todos os policiais do país e será julgada oportunamente. A ADEPOL/BRASIL já teve o seu pedido deferido e participará também como amicus curiae no referido processo:


RE/567110 - RECURSO EXTRAORDINÁRIO


Origem: AC - ACRE


Relator: MIN. CÁRMEN LÚCIA


Redator para acordão


RECTE.(S) INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO ACRE - ACREPREVIDÊNCIA


ADV.(A/S) ANNA KARINA SANTIAGO MACHADO DE ALMEIDA


RECDO.(A/S) CARLOS ALBERTO DA SILVA


ADV.(A/S) JOEL BENVINDO RIBEIRO E OUTRO(A/S)


INTDO.(A/S) ASSOCIAÇÃO DOS DELEGADOS DE POLÍCIA DO BRASIL - ADEPOL/BRASIL


ADV.(A/S) WLADIMIR SERGIO REALE


INTDO.(A/S) SINDICATO DOS POLICIAIS CIVIS DE LONDRINA E REGIÃO


ADV.(A/S) AUGUSTO JONDRAL FILHO


Wladimir Sergio Reale


Presidente da ADEPOL/RJ

Fonte: ADEPOL/ALAGOAS
[26.12.2008 10:53 - roma]


8. RS:Polícia Civil tem vantagem

RS:Polícia Civil tem vantagem
em embate com a Brigada

(24/10/08) Dois episódios deram força à Polícia Civil na eterna disputa por espaço com a Brigada Militar, no Rio Grande do Sul. Uma decisão da justiça, que desautorizou pedido de prisão preventiva feito por PMs, e uma medida administrativa da Secretaria da Segurança Pública (SSP), de criar um sistema de escutas de suspeitos sob o comando de delegados (leia ao lado), fizeram pender a balança para o lado dos policiais à paisana na guerra das corporações.

No início do mês, PMs identificaram o suspeito de roubar a mochila de um adolescente, mas não conseguiram prendê-lo – a vítima só foi identificada no dia seguinte, quando o flagrante já não poderia ser formalizado.

– Nós sabíamos que era o cara que estava assaltando no bairro Floresta, nas imediações da Avenida Farrapos. Ele não poderia permanecer solto – diz o major Marlo-Hur Toral Vieira, comandante da 4ª Companhia do 9º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Mas, em vez de deixar o caso aos cuidados da Polícia Civil, que deveria conduzir as investigações, conforme prevê a Constituição Federal, a BM decidiu pedir a prisão preventiva do suspeito – procedimento restrito a delegados e promotores de Justiça.

– A prisão preventiva foi pedida porque o suspeito representava riscos à sociedade. Pelo nosso entendimento, não há nada que proíba que a Brigada encaminhe à Justiça pedidos de prisão preventiva – detalha Marlo-Hur.

Postura da Brigada Militar desagradou à Polícia Civil

Nos bastidores, a decisão faz parte de um conceito, defendido por oficiais, de que a BM deve realizar o que especialistas definem como “ciclo único”: investigar, prender e conduzir inquéritos. A decisão da corporação esbarrou na Justiça. Após consultar o Ministério Público, a juíza Vanderlei Teresinha Tremeia Kubiak, da 11ª Vara Criminal do Foro de Porto Alegre, indeferiu o pedido.

– Sempre que for o caso, vamos continuar formalizando pedidos de prisão preventiva – avisa Marlo-Hur.

A postura da Brigada desagradou à corporação co-irmã.

– Enquanto não mudar a lei, a Polícia Civil é a polícia judiciária. Não há ciclo completo de polícia no país. Uma polícia pega o suspeito na vila, leva para o balcão da delegacia, e a outra polícia leva o caso para o fórum. É assim que funciona. Espero que isso não se repita – diz o chefe da Polícia Civil, delegado Pedro Carlos Rodrigues.

Embora promotores de Justiça tenham autonomia funcional, a cúpula do MP entende que PMs devem se restringir ao policiamento ostensivo.

– Não sou contra a existência de uma polícia única, mas o nosso sistema constitucional não prevê isso. Cabe à polícia judiciária (Civil) formalizar pedidos de prisão e à polícia militar a ação preventiva – opina o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Institucionais, Eduardo de Lima Veiga.

Fonte: Asdep
Delegados.org

 

[25.10.2008 12:29 - roma]


9. Delegados comemoram promoção após dez anos (Fonte Adepol/Amazonas)

 

 

Delegados comemoram promoção após dez anos (Fonte Adepol/Amazonas)

Isto aconteceu no Estado do amazonas. Espero (não sei se em vida) que tal fato venha ocorrer no Maranhão.  

Mais de 80 delegados se reuniram hoje em um almoço de confraternização para comemorar entre outras conquistas, a promoção salarial e de cargo, uma espera que já durava uma década. Segundo o presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Amazonas (Adepol), Mário Jumbo Aufiero, as modificações serão publicadas na próxima segunda-feira, 01 de setembro, no Diário Oficial do Estado (DOE).

O secretário explicou que a partir das novas definições, não tem mais delegados de quinta classe e agora o governador pretende criar uma classe especial para delegados que atuem há pelo menos 20 anos na área.  "A idéia é que ocorra uma aproximação salarial dos delegados as demais carreiras jurídicas".

“Segundo ainda o governador, a partir de agora vão ser obedecidos os critérios legais de antiguidade e merecimento para promoção, que deve acontecer todo dia 1º de abril, bem como reajuste a partir desta data”, frisou Aufiero. Ele disse ainda, que o benefício será estendido a todos os servidores da Polícia Civil.

“Almejávamos esta conquista há muito tempo. É sem dúvida uma notícia excelente”, disse a delegada Luzia Sena de Carvalho. 

Delegado Roma

 

 

[25.10.2008 11:54 - roma]


10. A Polícia Civil e o Pleito Eleitoral
A Polícia Civil e o Pleito Eleitoral
 
Por mais otimistas que somos algumas questões nos fazem refletir sobre a participação da Polícia Civil no processo eleitoral que nos levam a concluir que além de excluídos ainda somos o principal alvo da ira dos caciques da política estadual. Decipiendo elencar as instituições que exercem suas atribuições para o bom andamento do processo eleitoral. São elas: a Justiça Eleitoral, representada por seus juízes nas respectivas comarcas, os membros do Ministério Público em suas Promotorias, os advogados das coligações e por fim a Polícia Civil estadual, na função de Polícia Judiciária Federal, ou pelos menos, suprindo a sua ausência; Não se pode esquecer que tanto os juízes como os promotores ganham um generoso adicional ao seu subsídio mensal, já que estão investidos em jurisdição federal; O mesmo acontece com os advogados que são contratados a peso de ouro e também recebem o seu merecido honorário; Já a Polícia Civil, que também atua com atribuição de Polícia Judiciária Federal, não recebe nada mais do que os problemas causados pelo pleito eleitoral. No máximo, vamos receber algumas diárias se formos deslocados para municípios diversos dos quais somos lotados e mesmo assim, depois de alguns meses se tivermos sorte. O resultado disso é que estamos pagando pra trabalhar. Além de sermos pára-raios da Secretaria de Segurança ainda estamos gastando do bolso pra cumprir uma tarefa que não é nossa. Para piorar a situação, quando trabalhamos com imparcialidade e fazemos o nosso trabalho de Polícia Judiciária acabamos por deixar pelo menos um dos lados políticos da corrida eleitoral insatisfeito, quando não, acabamos por desagradar os dois. Por esse motivo, os grandes caciques acabam usando a sua influência política e nós somos remanejados sem a chance de saber o porquê! Vários fatos desse tipo aconteceram nesta eleição, inclusive comigo, e em momento algum os nossos superiores perguntaram ou explicaram os motivos que os levaram a tomar tais decisões. MORAL DA HISTÓRIA: ALÉM DE TRABALHARMOS DE GRAÇA, NÃO TEMOS O DIREITO FAZER NOSSO TRABALHO COM IMPARCIALIDADE E AINDA SOMOS DESTRATADOS EM NOSSA PRÓPRIA CASA.
 
ELCIO ALVES VILELA
Delegado de Polícia Civil
Lotado em Vitória do Mearim
[24.10.2008 12:56 -  Elcio Vilela]


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